sexta-feira, 7 de novembro de 2014

"O Tempo está próximo!"












Filed Under (Daniel) by Geração Maranata on 21-10-2010
por Norbert Lieth
"Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniqüidade, para trazer a justiça eterna, pa¬ra selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos. Sabe c entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas, as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos. Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas. Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determi¬nada, se derrame sobre ele" (Dn 9.24-27).
Em Daniel 9 encontramos os mais precisos dados cronológicos proféticos da Bíblia. A primeira vinda de Jesus é descrita com exatidão, com menção do dia certo em que Ele viria.
Entendo a cronologia, através dessas datas, veremos que a volta de Jesus deve estar bem próxima.

1. Do que trata o capítulo 9?
Essa passagem fala das setenta semanas de Israel e, em especial da 70a semana, que terá uma duração de 7 anos.
Tudo o que é descrito nesse capítulo não tem relação com a história mundial ou com história da Igreja, mas trata exclusivamente de Israel e de Jerusalém. Ao profeta Daniel, um judeu, é dito: "Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo (Israel) e sobre a tua santa cidade (Jerusalém)" (v.24).
Trata-se, portanto, da história que Deus escreve com Seu povo terreno durante um período de setenta semanas (de anos). Quando o final da 70a semana tiver sido alcançado, acontecerão seis coisas, que estão indicadas em Daniel 9.24:
1. "…para fazer cessar a transgressão…" Isso significa que o Messias virá e dará um fim à transgressão do Anticristo e do falso Profeta.
2. "…para dar fim aos pecados… " O Senhor, em Sua vinda, afastará completamente o pecado de Israel, assim como também está escrito em Romanos 11.26: "E, assim, todo o Israel será salvo, como está escrito: Virá de Sião o Libertador e ele apartai a Jacó as impiedades".
3. "…para expiar a iniqüidade…" Também essa expressão testemunha da expiação definitiva da culpa de Israel. O Senhor Jesus já expiou a iniqüidade de Israel há mais de 2000 anos na cruz do Calvário, mas Israel ainda não reconheceu essa expiação. Ela se tornará realidade para os judeus como nação apenas quando olharem para Aquele a quem traspassaram (Zc 12.10).
Não foi por acaso que um gentio proeminente escreveu no alto da cruz de Jesus: "Este é o Rei dos Judeus" (Lc 23.38), pois Ele carregou a culpa dos judeus. O que está escrito profeticamente em Isaias 53 será a confissão de culpa dos judeus quando Jesus voltar, um dia, ao monte das Oliveiras:
"Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados" (IS 53.4-5).
Neste momento pensamos no'"Yom Kippur", o Grande Dia da Expiação em Israel. Apenas neste único dia do ano o sumo sacerdo¬te podia entrar no Santo dos Santos do Tabernáculo ou do Templo. Levando em suas mãos o sangue dos animais sacrificados, ele desaparecia de diante dos olhos da multidão reunida no átrio, entrava no Lugar Santo e, passando pelo véu, entrava no Santo dos Santos aspergindo o sangue sobre e diante do propiciatório para reconciliar Israel com Deus.
O povo todo ficava esperando lá fora até o sumo sacerdote voltar. Na bainha das vestes do sumo sacerdote estavam afixados pequenos sininhos de ouro que balançavam a cada passo. Por isso o povo sabia, quando o som ficava mais intenso, que o sumo sacerdote havia deixado o Santo dos Santos e logo estaria saindo pela porta do Lugar Santo até o átrio. Quando ele aparecia e confirmava ao povo que a expiação havia sido feita, um brado de grande alegria perpassava a multidão, pois agora eles sabiam: os pecados de um ano inteiro estavam expiados mais uma vez.
Esse acontecimento anual em Israel era um exemplo da obra futura de Jesus Cristo. Ele morreu na cruz do Calvário como o Cordeiro do sacrifício, sem mácula, pelos pecados do mundo todo. Com Seu sangue Ele entrou no Santo dos Santos de uma vez por todas e já se encontra há mais de dois mil anos junto do Pai celestial, assentado à Sua direita no trono de Deus. Em breve terá chegado o tempo em que Ele sairá do Santo dos Santos celestial e voltará de maneira visível para o mundo todo, trazendo a expiação para Seu próprio povo.
4. Então Ele também virá "…para trazer a justiça eterna…" Isto se refere ao tempo em que o Senhor vai reinar com justiça eterna. Quando Jesus tiver voltado, estabelecerá Seu Reino de paz de mil anos governando o mundo todo a partir de Jerusalém.
5. "…para selar a visão e a profecia…" Isso significa que todas as profecias divinas estarão se cumprindo. Tudo o que Deus disse e mandou anunciar por meio dos profetas através dos séculos estará sendo cumprido visivelmente diante dos olhos de todos. Deus é fiel, e cumpre Sua Palavra. Jesus disse: "Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão" (Mt 24.35).
6. "…e para ungir o Santo dos Santos." Isso refere-se ao estabelecimento do Senhor Jesus Cristo como Rei eterno sobre todos os reis e Senhor dos senhores no novo templo, reconstruído em Jerusalém. Ele se assentará no "trono de Davi" e regerá o mundo com justiça a partir de Jerusalém.
Todos os pontos aqui alistados ainda não se cumpriram para lsrael. O Senhor ainda não voltou, pois Se encontra no santuário Celestial intercedendo por nós como sumo sacerdote.
Nos versículos seguintes temos a descrição do tempo (as 70 semanas) em que Israel se põe a caminho em direção ao alvo que acabamos de descrever. Figuradamente, é como se o Senhor tomasse um cronômetro em Suas mãos, marcasse uma hora, e o tempo começasse a correr. Ele diz a Daniel nos versículos 25-26:
"Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edifica Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos. Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que ha de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas".
O significado desses versículos pode ser dividido em oito itens:
1. O "cronômetro" divino que marca as setenta semanas para Israel começou a contar a partir do momento em que foi publicado o decreto que permitia aos judeus reconstruírem a cidade de Jerusalém "Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas (sete semanas de anos). Isso já se cumpriu
2. Até que veio o Ungido – Jesus Cristo – foram mais 62 semanas: "…e sessenta e duas semanas…" Também isso se cumpriu.
3. Então, "…depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará", portanto, depois de um total de 69 semanas (7 + 62 = 69 semanas) o Ungido seria morto e já não estaria mais sobre a terra. "Ser morto", assassinado, indica a morte cruel que Jesus sofreu pela crucificação. Ele já não estava mais em Israel. Também isto se cumpriu. Em Isaías 53.8-9 lemos em relação à morte do Ungido:
"Por juízo opressor foi arrebatado, e de sua linhagem dela cogitou? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; por cau-sa da transgressão do meu povo, foi ele ferido. Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca".
4. Em Daniel 9.26 está escrito ainda: "…e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio…" Esse "povo de um príncipe que há de vir" é uma alusão aos romanos que destruíram a cidade de Jerusalém e o santuário (o templo) no ano de 70 d.C. Também isto se cumpriu.
5. Longo tempo depois, terá início a última semana, a septuagésima, que ainda falta se cumprir. E agora vem o próprio príncipe (o Anticristo). Se "o povo de um príncipe" no passado foram os romanos (império romano) que destruíram Jerusalém e o templo, no fim dos tempos o reino romano restabelecido será o povo de onde virá o príncipe (o Anticristo) de Daniel 9.26. Isso ainda não se cumpriu, mas está próximo de seu cumprimento.
6. Acerca do Anticristo, Daniel 9.27 diz: "Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana". Isso quer dizer que o líder do reino romano restaurado se unirá a Israel através de uma aliança de paz de sete anos – na última das setenta semanas da profecia de Daniel.
7. "Fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador…" Isso significa que, no meio da última semana (que durará 7 anos), portanto depois de três anos e meio, o Anticristo quebrará a aliança que firmou com Israel. Por quê? Porque a respeito desse "homem da impiedade" está escrito que ele "se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus" (2 Ts 2.4).
Neste momento Israel irá reconhecer que o Anticristo não é o Messias, e o rejeitará. Com isso estará rompida a aliança entre o Anticristo e Israel. Então virão os últimos três anos e meio, a Grande Tribulação propriamente dita, o "abominável da desolação", do qual o Senhor Jesus também falou em Seu Sermão Profético, por exemplo em Mateus 24.15: "Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda)".
Depois destes três anos e meio as setenta semanas estarão cumpridas para Israel, o "cronômetro" pára, o céu se abre e o Senhor da Glória vem para salvar Israel e destruir o Anticristo "até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele" (v.27).
Então, em seguida se cumprirá aquilo que já vimos no versículo 24.
Entre a 69a e a 70a semana havia um segredo, um mistério ainda não revelado aos profetas da Antiga Aliança: a era da Igreja de Jesus, um tempo que Deus intercalou e que já dura quase 2.000 anos. Quando houver entrado "a plenitude dos gentios" (Rm 11.25), acontecerá o Arrebatamento da Igreja de Jesus dando início aos últimos sete anos, ou seja, a 70a semana de Daniel se inicia para Israel.

2. Cronologia dos eventos proféticos
Até aqui tudo se cumpriu como foi profetizado. Falta apenas a última, a 70a semana de sete anos.






























3. Quão próximos estamos da 70a semana, a Grande Tribulação?
Primeiro devemos nos perguntar: de onde sabemos que a era da Igreja está terminando, que ela será arrebatada e que os últimos anos outra vez dizem respeito a Israel?
Em nossos dias também existem cálculos de diversos tipos, que devem ser levados a sério, e todos eles se referem ao tempo em que vivemos. Mas sabemos que precisamos ter muito cuidado e que não podemos confiar plenamente nesses cálculos. Ninguém sabe o dia nem a hora (Mt 24.36; 25.13)! Mas podemos confiar plenamente na Bíblia. Ela faz uma diferença entre espaço de tempo e momento (grego: kairos e chronos).
Não sabemos o momento do Arrebatamento, o dia e a hora. Mas podemos conhecer em que período de tempo ele vai acontecer, e é a esse período de tempo que devemos prestar atenção. O próprio Senhor Jesus disse:
"Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; pois que a vossa redenção se aproxima" (Lc 21,28).
Em relação aos sinais dos tempos Ele exortou dizendo:
"Sabeis, na verdade discernir o aspecto do céu e não podeis discernir os sinais dos tempos?" (Mt 16.3).
É como em um parto: o momento exato ninguém sabe, mas sabe-se a época aproximada em que o bebe vai nascer. Uma gravidez normal dura nove meses. Quando uma mulher se encontra no nono mês de gravidez, seu marido não lhe dirá: "Ainda temos muito tempo! Pode demorar mais alguns meses até que o nosso filho nasça!". Não, com certeza marido nenhum faz isso. Assim nós também podemos saber que nosso mundo está "grávido", maduro para o juízo, baseados em um sinal muito claro do fim dos tempos:
1. O maior e mais claro sinal do fim dos tempos é Israel. Jesus Cristo falou com muita clareza da figueira (Israel) como sendo o mais óbvio de todos os sinais antes de Sua Volta. Em Mateus 24.32-34 Ele diz:
"Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, "sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. “Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça ".
Muito já foi discutido no sentido de descobrir o que o Senhor queria dizer com "esta geração não passará". Entendemos que essa expressão pode significar não apenas a geração do povo de Israel daquela época, que já passou há muito tempo.
Também o Senhor não pode ter se referido ao povo de Israel como tal, pois é um fato profético que o povo de Israel precisa ficar preservado até a volta do Senhor, senão Ele não poderia salvar essa nação das mãos de seu maior e último inimigo, que será o Anticristo.
Resta apenas uma alternativa: o Senhor fala claramente dos tempos finais e daqueles que vão passar por esse tempo.
Isso significa, portanto, que a geração que vivenciou a restauração de Israel ("Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam…"), também será a geração que passará pela Grande Tribulação e vivenciará a volta de Jesus.
Para isto existe uma passagem paralela no Antigo Testamento, em Ezequiel 36, onde o Senhor fala através do profeta:
"No dia em que eu vos purificar de todas as vossas iniqüidades, então, farei que sejam habitadas as cida¬des e sejam edificados os lugares desertos. Assim diz o Senhor Deus: Ainda nisto permitirei que seja eu solicitado pela casa de Israel: que lhe multiplique eu os homens como um rebanho. Co¬mo um rebanho de santos, o rebanho de Jerusalém nas suas fes¬tas fixas, assim as cidades desertas se encherão de rebanhos de homens; e saberão que eu sou o Senhor" (vv.33,37-38).
Nós – nossa atual geração – vemos Israel reconstruindo cidades, enchendo-se de gente e seu deserto florescendo!
Portanto a volta de Jesus para perdoar os pecados de Israel deve estar muito próxima, pois as profecias dizem respeito, como podemos ver com nossos próprios olhos, aos tempos de hoje!
Fazendo as contas a partir de 1948 (fundação do Estado de Israel) ou de 1967 (reconquista de Jerusalém por Israel) - "Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça" – então temos toda razão e a obrigação de nos perguntar se o cumprimento dessa profecia não poderia acontecer em breve.

Fonte: Livro “As Profecias de Daniel” de Norbert Lieth

out 14
2010
Filed Under (Daniel) by Geração Maranata on 14-10-2010









No livro de Daniel capítulo 8, pode-se ter uma noção do quanto a Palavra de Deus é confiável. Nesse capítulo podemos ver o cumprimento das profecias bíblicas, e esse cumprimento é simplesmente mais uma prova da existência de Deus e um desafio para se crer nEle. O próprio Deus desafia a humanidade quando diz:
"Quem há, corno eu, feito predições desde que estabeleci o mais antigo povo? Que o declare e o exponha perante mim! Que esse anuncie as coisas futuras, as coisas que hão de vir! Não vos assombreis, nem temais; acaso, desde aquele tempo não vo-Io fiz ouvir, não vo-Io anunciei? Vós sois as minhas testemunhas. Há outro Deus além de mim? Não, não há outra Rocha que eu conheça" (Is 44.7-8).
Está à procura de alguém em quem é possível confiar plenamente? Então você pode se dirigir a Jesus, pois Ele é real! Para fazer de Deus a nossa Rocha precisamos crer nEle, pois apenas saber de Sua existência não é o suficiente. Devemos crer e confiar! Deus sempre cumpre o que promete!
O Senhor diz que somente aquele que faz predições detalhadas é verdadeiramente Deus. E Sua pergunta: "Há outro Deus além de mim?" Ele próprio responde dizendo:"Não há outra Rocha que eu conheça ".
Existem dois grupos de pessoas:
1) Um dos grupos questiona, duvida e critica tentando honestamente chegar à verdade. Com essas pessoas pode-se dialogar, pois elas estão à procura de respostas às suas perguntas, e pela graça do Senhor elas chegam ao conhecimento de Jesus e crêem nEle para Salvação.
2) Mas existem pessoas que perguntam, questionam, criticam e duvidam por duvidar, na verdade não estão preocupadas em conhecer a Verdade. Com essas pessoas é difícil dialogar, pois não querem ajuda real e não se convencem da verdade, mesmo quando apresentada com toda a clareza.

Um panorama resumido do cumprimento da profecia bíblica
Daniel encontrava-se na cidadela de Susã e recebeu uma visão de animais, retratando o desenvolvimento da história mundial.
O carneiro











"Então, levantei os olhos e vi, e eis que, diante do rio, estava um carneiro, o qual tinha dois chifres, e os dois chifres eram altos, mas um, mais alto do que o outro; e o mais alto subiu por último. Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte, e para o sul; e nenhum dos animais lhe podia resistir, nem havia quem pudesse livrar-se do seu poder; ele, porém, fazia segundo a sua vontade e, assim, se engrandecia" (vv.3-4).
Daniel não sabia o que significava tudo aquilo, mas recebeu a explicação junto com a visão:
"Havendo eu, Daniel, tido a visão, procurei entendê-la (ele abriu seu coração e procurou entender a verdade), e eis que se me apresentou diante uma como aparência de homem (a resposta divina às suas dúvidas já estava chegando). E ouvi uma voz de homem de entre as margens do Ulai, a qual gritou e disse: Gabriel, dá a entender a este a visão. …Aquele carneiro com dois chifres, que viste, são os reis da Média e da Pérsia" (vv. 15-16,20).
Em linguagem simbólica, temos aqui a figura de um carneiro com chifres desiguais, que a explicação divina diz ser o reino medo-persa. O que admira é sua descrição detalhada no versículo 3: "…um carneiro, o qual tinha dois chifres, e os dois chifres eram altos, mas um, mais alto do que o outro; e o mais alto subiu por último." O que fascina nessa descrição é o cumprimento histórico detalhado e exato dessa profecia. O chifre pequeno, que veio antes, é uma figura do império medo, e o segundo chifre, que veio depois, é uma ilustração da Pérsia. Essas imagens se juntam e formam um grande reino de abrangência mundial. Mesmo que a Pérsia tenha se tornado poderosa depois da Média (no ano 559 a.C), ela superou em muito os medos. A Pérsia expandiu seu reino com seu exército gigantesco de mais de dois milhões de soldados para o ocidente, para o norte e para o sul. O Senhor já havia profetizado essa expansão, e tudo cumpriu-se literalmente no decorrer da história.

O bode










"Estando eu observando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no chão; este bode tinnha um chifre notável entre os olhos; dirigiu-se ao carneiro que tinha os dois chifres, o qual eu tinha visto diante do rio; e correu contra ele com todo o seu furioso poder. Vi-o chegar perto do carneiro, e, enfurecido contra ele, o feriu e lhe quebrou os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir; e o bode o lançou por terra e o pisou aos pés, e não houve quem pudesse livrar o carneiro do poder dele" (vv.5-7).
A explicação dessa profecia é encontrada no versículo 21: “… bode peludo é o rei da Grécia…". É fantástico ver que o anjo, que transmitiu a Daniel o significado da visão, chama a terra simbolizada pelo bode de Grécia. O que é tão especial nesse fato? No do reino medo-persa ainda poderíamos encontrar uma explicação lógica, pois Daniel ainda vivenciou o início do estabelecimento desse reino. Mas o que chama a atenção nessa profecia sobre a Grécia é que ela foi feita aproximadamente 200 anos antes que esse país surgisse no cenário mundial. E a profecia cumpriu-se nos mínimos detalhes.
Na ocasião em que a profecia foi feita, ninguém nem sequer imaginava que a Grécia poderia entrar em cena. Com certeza muitos nem sequer sabiam onde se localizava esse país.
Voltando a atenção aos detalhes que foram preditos 200 anos antes:
a) "Este bode tinha um chifre notável entre os olhos" (v.5). Quem é esse chifre? "…é o rei da Grécia; o chifre grande entre os olhos é o primeiro rei" (v.21). Quem foi o primeiro grande rei da Grécia? Alexandre o Grande! Ele era pequeno de estatura (apenas 1,55m), mas era chamado de "o Grande" porque seu reino era enorme.
b) "Estando eu observando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra (pela história sabemos que Alexandre veio do ocidente com um exército pequeno e muito rápido), mas sem tocar no chão (em poucos anos Alexandre conquistou a Ásia Menor, a Síria, o Egito, a Mesopotâmia e depois os países até a Índia. Isso nunca havia acontecido em toda a história); este bode tinha um chifre notável entre os olhos; dirigiu-se ao carneiro que tinha os dois chifres, o qual eu tinha visto diante do rio; e correu contra ele com todo o seu furioso poder" (correu contra os persas, pois estes haviam tomado dos gregos duas cidades próximas a Atenas nas batalhas de Maratona e Salamis). “Vi-o chegar perto do carneiro, e, enfurecido contra ele, o feriu e lhe quebrou os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir; e o bode o lançou por terra e o pisou aos pés, e não houve quem pudesse livrar o carneiro do poder dele" (vv.5-7).
Foi assim que a Grécia, sob o comando de Alexandre o Grande, venceu o império Medo-Persa.







c) "O bode se engrandeceu sobremaneira; e, na sua força, quebrou-se-lhe o grande chifre (Alexandre o Grande), e em seu lugar saíram quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu"(v.8). Isso também é confirmado pela história. Alexandre o Grande realmente morreu subitamente na Babilônia no auge de seu poder, tinha apenas 32 anos de idade. Muitos afirmam que ele morreu de malária e das conseqüências do alcoolismo, outros dizem que foi envenenado. De qualquer maneira, o grande imperador morreu e “em seu lugar saíram quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu".
Encontramos a explicação no versículo 22: "o ter sido quebra¬do, levantando-se quatro em lugar dele, significa que quatro reinos se levantarão deste povo, mas não com força igual à que ele tinha." E de fato, lendo hoje os livros que contam a história daquela época, nos deparamos com Alexandre, o Grande, que não teve filhos e cujo reino foi repartido entre quatro de seus generais após sua morte, o que é simbolizado pelos quatro chifres da visão do Daniel.
1. Ptolomeu recebeu o Egito e partes da Ásia Menor.
2. Cassandro recebeu territórios na Macedônia e na Grécia.
3. Lisímaco recebeu a Trácia e partes ocidentais da Ásia Menor.
4. Seleuco recebeu a Síria, a Mesopotâmia e Israel.
Esse reino grego foi dividido em quatro partes e jamais voltou a ter o mesmo poder que tinha sob Alexandre.  E tudo isso foi profetizado 200 anos antes!
"Quem há, corno eu, feito predições desde que estabeleci o mais antigo povo? Que o declare e o exponha perante mim! Que esse anuncie as coisas futuras, as coisas que hão de vir! (Is 44.7).
Mas a história continua.

O chifre pequeno









"De um dos chifres saiu um chifre pequeno e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa. Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou. Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército; dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. O exército lhe foi entregue com o sacrifício diário, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade e o que fez prosperou." (vv.9-12)
Esse texto fala do tristemente famoso imperador Antíoco Epifânio. Ele merece uma longa descrição no texto bíblico, pois é uma ilustração profética do Anticristo que virá no fim dos tempos.
Devemos ter em mente que as afirmações referentes a Antíoco Epifânio foram feitas com aproximadamente 380 anos de antecedência. Ele chegou ao poder em 175 a.C. Tudo o que foi escrito a seu respeito é confirmado integralmente pela história. Ele é o "chifre pequeno" oriundo de um dos quatro reinos já mencionados, que surgiram da divisão do reino de Alexandre o Grande, da região de Seleuco, a quem pertencia a Síria, Mesopotâmia e Israel. Mais tarde ele subjugou o sul (Egito), o leste e a terra gloriosa (Israel) (v.9).
Ele praticou uma abominação nunca vista no lugar Santíssimo do templo judeu. Ele próprio se intitulava Antíoco Epifânio (“o iluminado"). Os judeus chamavam-no de Antíoco Epimano (“o louco") por seus atos desvairados, e ele morreu como demente.
Leiamos mais uma vez a descrição de seus atos na Bíblia Viva:
"Chegou a desafiar o Comandante do exército do Céu, interrompendo os sacrifícios que eram oferecidos diariamente a Deus e manchando a pureza do seu templo. Apesar desses pecados terríveis, Deus não deixou o exército do Céu castigar o chifre. O resultado disso foi que a verdade e a justiça desapareceram e a maldade se espalhou" (vv.11-12).
- Durante seu reinado os judeus estavam proibidos de obedecer à Lei;
- Eles não podiam guardar o sábado;
- Seus filhos não podiam ser circuncidados;
- Suas festas anuais foram proibidas;
- Os sacrifícios foram banidos, e em seu lugar foram levantados altares a deuses estranhos em Jerusalém e oferecidos sacrifícios impuros;
- Os judeus foram obrigados a comer carne de porco;
- E o auge aconteceu a 16 de dezembro de 167 a.C.. Ele mandou fazer uma estátua de abominação e erigiu no altar do holocausto um altar para Zeus Olimpo, mandando sacrificar sobre ele um porco.
Milhares e milhares de judeus morreram da forma mais cruel por terem resistido às leis de Antíoco Epifânio. Ele morreu demente no ano de163 a.C. na Pérsia.
Na declaração do Senhor – acerca da duração da abominação desoladora – vemos mais uma vez o quanto a Palavra de Deus é digna de confiança:
"Depois, ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do sacrifício diário e da transgressão assoladora, visão na qual é entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados? Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purifica¬do" (vv. 13-14).
O anjo falou que duraria "até duas mil e trezentas tardes e manhãs". É provável que não signifique 2300 dias, pois a afirmação refere-se ao sacrifício diário. E em Israel se sacrificava duas vezes ao dia, no sacrifício matutino e no vespertino, e isso perfaz 1150 dias (2300 sacrifícios = 1150 dias).
Esse é o tempo exato da profanação do templo, de 16 de dezembro de 167 até o momento em que o templo foi renovado por Judas Macabeu no final de 164 a.C até o início de 163 a.C, quando ele restabeleceu os sacrifícios judaicos. Judá reconquistou sua liberdade religiosa. O tempo determinado cumpriu-se literalmente!
Esse é um resumido panorama do cumprimento das profecias bíblicas que encontramos no capítulo 8 de Daniel.


Livro pesquisado: "As Profecias de Daniel" de Norbert Lieth


quarta-feira, 5 de março de 2014

“Quem” ou ‘O Que’ detém a manifestação do Anticristo?

Filed Under (Apostasia, Arrebatamento, Segunda Vinda de Jesus) by Geração Maranata on 12-07-2013


"E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria.

Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém." (2 Tessalonicenses 2:6-7)











“Quem” ou ‘O Que’ está detendo a manifestação do Anticristo?

Introdução
Várias teorias escatológicas se propõem responder essa pergunta.
As controvérsias já começam em torno das palavras "Quem" e "O Que".  Em 2 Tesssalonicenses 2:6, Paulo se refere àquele que impede de modo impessoal “o que o detém”, já em 2 Tesssalonicenses 2.7 usa o modo pessoal e o gênero masculino “aquele que agora o detém”.  
Então, o que poderá está detendo a manifestação do Anticristo: será Algo ou Alguém?
Sobre essa pergunta há um consenso entre os estudiosos em Escatologia, que o termo ‘O QUE/ALGO’ seria a Lei, e o ‘QUEM/ALGUÉM’ seria aquele que faz a Lei se cumprir.
Segundo esse entendimento o Anticristo irá surgir em um período de grande apostasia e rebelião, quando os homens não suportarão leis e normas.
kairos
A palavra grega “kairós”, traduzida por “ocasião própria” nos dá a entender que o Anticristo será revelado no momento determinado por Deus.
καιρος kairos
1) medida exata
2) medida de tempo, maior ou menor porção de tempo, daí: 
    2a) tempo fixo e definido, tempo em que as coisas são conduzidas à crise, a esperada época decisiva 
    2b) tempo oportuno ou próprio 
    2c) tempo certo 
    2d) período limitado de tempo 
   2e) para o qual o tempo traz, o estado do tempo, as coisas e eventos do tempo
 
Seguindo por essa linha, podemos entender que assim como houve uma “plenitude do tempo” para a vinda de Cristo (veja Gálatas 4.4), também haverá uma “plenitude do tempo” para o surgimento do Anticristo, porém tudo estará sujeito ao plano divino.
 
katecho
O significado do verbo traduzido “deter” ou "reter" em si também produz muitas controvérsias:
κατεχω katecho
1) não deixar ir, reter, deter
    1a) de partir
    1b) conter, impedir (o curso ou progresso de)
          1b1) aquilo que impede, o Anticristo de manifestar-se
          1b2) checar a velocidade ou progresso de um navio i.e. dirigir o navio
    1c) manter amarrado, seguro, posse firme de
2) conseguir a posse de, tomar
    2b) possuir
Em geral a tradução desse verbo é "segurar firme", mas na conjugação passiva este verbo pode ser usado para ficar "preso" ou “detido” por um poder sobrenatural.
Outras três possibilidades de tradução têm sido propostas:
1) “restringir" e "atrasar".
2) "manter domínio".
3) "agarrar" 
ek mesou genêtai
A maioria das divergências e controvérsias tem como base principal a frase ‘ek mesou genêtai’. Segundo o Dicionário Bíblico Strong a tradução das palavras dessa frase é a seguinte:
εκ ek ou εξ ex
Preposição primária denotando origem (o ponto de onde ação ou movimento procede), de, de dentro de (de lugar, tempo, ou causa; literal ou figurativo);
1) de dentro de, de, por, fora de
μεσοω mesoo
1) estar no meio, estar no meio do caminho.
γινομαι ginomai
1) tornar-se, vir à existência, começar a ser, receber a vida
2) tornar-se, acontecer.
    2a) de eventos
3) erguer-se, aparecer na história, aparecer no cenário.
    3a) de homens que se apresentam em público
4) ser feito, ocorrer.
   4a) de milagres, acontecer, realizar-se
5) tornar-se, ser feito.
- Preposição grega ek: de dentro de
- Palavra grega mesou: estar no meio
- Verbo genêtai: retirado de
'Ek mesou genêtai' pode ser traduzida como: retirado a partir do meio, retirado do meio para fora ou fora do meio.  
 
II Tessalonicenses 2:6-7 em várias versões bíblicas:
kai nun to katechon oidate eis to apokaluphthênai auton en tô eautou kairô to gar mustêrion êdê energeitai tês anomias monon o katechôn arti eôs ek mesou genêtai (Original Grego - Textus Receptus).
καὶ νῦν τὸ κατέχον οἴδατε εἰς τὸ ἀποκαλυφθῆναι αὐτὸν ἐν τῷ ἑαυτοῦ καιρῷ. 7 τὸ γὰρ μυστήριον ἤδη ἐνεργεῖται τῆς ἀνομίας· μόνον ὁ κατέχων ἄρτι ἕως ἐκ μέσου γένηται. (NA27 - Nestle-Aland)
(Léxico do Novo Testamento – Grego-Portugues – F. Wilbur Gingrich)   
E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria. Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado (genêtai) aquele que agora o detém; (RA – Almeida Revista e Atualizada)
E, agora, vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério e da injustiça opera; somente há um que, agora, resiste até que do (ek) meio (mesou) seja tirado (genêtai); (RC95 – Almeida Revista e Corrigida)
 
E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do (ek) meio (mesou) seja tirado (genêtai). (ACF – Almeida Corrigida e Revisada Fiel)
 
E agora vós sabeis o que o detém para que a seu próprio tempo seja revelado. Pois o mistério da iniqüidade já opera; somente há um que agora o detém até que seja posto fora (genêtai); (AR – Almeida Revisada Imprensa Bíblica)
 
E agora vocês sabem o que o está detendo, para que ele seja revelado no seu devido tempo. A verdade é que o mistério da iniqüidade já está em ação, restando apenas que seja afastado (genêtai) aquele que agora o detém. (NVI – Nova Versão Internacional)
 
Agora sabeis aquilo que o detém, a fim de que seja revelado a seu tempo. Pois o mistério da iniqüidade já opera; somente até que seja removido (genêtai) aquele que agora o detém. (SBB – Sociedade Bíblica Britânca)
 
Agora, sabeis perfeitamente que algo o detém, de modo que ele só se manifestará a seu tempo. Porque o mistério da iniqüidade já está em ação, apenas esperando o desaparecimento (genêtai) daquele que o detém. (Versão Católica)
—
Algumas Teorias Propostas
Várias teorias se propõem a identicar o agente que impede a manifestação do Anticristo. A mais aceita tem sido o Espírito Santo, mas há quem ache que é o próprio Satanás(!). Selecionei algumas teorias mais discutidas em livros sobre Escatologia e na internet.











Império Romano
Essa teoria diz que o apóstolo Paulo foi muito vago quando escreveu esses versos, mas provavelmente deve ter sido explícito verbalmente aos crentes de Tessalônica.
Isso vem reforçar a teoria de que o Império Romano era o agente retentor, pois se tratava de um poder impessoal (O que) que encarnava a pessoa do Imperador (Quem).
Como havia uma acusação contra Paulo em Tessalônica (At.17:6), qualquer menção ao Império Romano tinha de ser vago, pois havia o perigo da carta cair em mãos erradas.
"Porque já o mistério da injustiça opera". (v.7).
O princípio de rebelião contra Deus já estava operante, mas ainda não estava em vigor em todo o mundo, como será na dominação do Anticristo.  Neste caso a pessoa que estava detendo o Anticristo era próprio Imperador reinante na época, no caso o Imperador Cláudio (41-54 d.C.).  O sucessor de Cláudio seria o Imperador Nero, o maior perseguidor dos cristãos.
"Até que do meio seja tirado" – o Imperador deveria ser removido, mas Paulo não poderia falar explicitamente sobre isso, por isso foi impreciso.
Quando essa proteção fosse retirada, as forças do Anticristo poderiam exercer, livremente a sua própria vontade.
Se a passagem fosse pós-paulina, alguma consideração poderia ser dada ao mito do Nero redivivo, segundo o qual se acreditava que Nero não morrera, mas teria se ocultado no oriente entre os Partas, para que depois pudesse comandá-los numa invasão contra Roma.
Algumas pessoas vêem sinais deste mito em Apc.13:13-14. Segundo este ponto de vista, o que detém seria o Imperador reinante e o rebelde seria Nero na sua volta.
Este mito, porém, surgiu tarde demais para ter influenciado o próprio Paulo, e até mesmo o medo dos Partas não era um fator importante na década de 50 d.C.
Como a teoria do iníquo ser manifestado com a remoção do Imperador não ocorreu, os adeptos deste ponto de visto dizem que na verdade Paulo quis dizer que a força que retém o Anticristo não é Império Romano propriamente dito, mas o princípio da lei e da ordem que foi tipificado por ele, e que ainda continua na forma de outros sistemas políticos.

Figura apocalíptica
Essa teoria considera que aquele que detém é uma figura apocalíptica, no mesmo modo como o Anticristo é o "anjo do abismo" de Apc.9:1 e 20:1.
O problema é explicar porque Paulo foi vago em suas palavras, pois ao contrário da teoria do Império Romano, neste caso não haveria problema em usar termos mais explícitos.

Satanás
James Frame em seu livro “A critical and exegetical commentary on the Epistles of St. Paul to the Thessalonians” considera que a força que mantém domínio não é outra senão a do próprio Satanás, cuja influência já está no mundo representando "o mistério da iniqüidade".
Nesta teoria Satanás teria um plano “secreto”, um projeto cuidadosamente preparado para projetar o seu governante ao mundo, mas só deverá fazer apenas no momento certo para tentar "enganar até os escolhidos".
Quando chegar o tempo determinado por Deus, Satanás sairá do caminho para que o anticristo possa ocupar o palco.
Esta opinião requer que o verbo “katecho” seja traduzido "manter domínio". Uma opinião semelhante é sustentada por Ernest Best, que pensa que o poder que mantém domínio, "o poder hostil ocupante," é um agente mau (mas não o próprio Satanás) que se colocará de lado quando o anticristo aparecer.
James Everett Frame (A critical and exegetical commentary on the Epistles of St. Paul to the Thessalonians)
Ernest Best (Second Epistle to the Thessalonians)

Governo Humano (Domínio Gentílico)        
Essa opinião está muito associada à teoria do Império Romano como detentor, segundo seus proponentes (Hogg e Vine) o detentor é o governo e a lei humana, para isso citam a passagem de Daniel 2:37-44:
“No devido tempo, o Império Babilônico, a cujo rei as palavras foram ditas, foi sucedido pelos Persas, depois os Gregos, e novamente aos Romanos, que floresceu no dia do Apóstolo….   As leis, sob as quais esses estados mantiveram sua existência, foram herdados de Roma assim como Roma herdou-os do Império que a precedeu.   Assim, as autoridades existentes são ordenados por Deus…  autoridade constituída destina-se a agir na contenção da ilegalidade.”
C. F. Hogg e W. E. Vine (As Epístolas do Apóstolo Paulo aos Tessalonicenses)

A Igreja    
A sugestão de que o limitador de iniqüidade pode ser a Igreja é baseado pelo fato desta ser o sal da Terra em uma civilização corrupta e luz que brilha em um mundo de trevas.
Similar ao governo humano, a Igreja está sendo usado por Deus para impedir a manifestação plena do Maligno e quando esse limitador for retirado, não haverá mais impedimento para as trevas operarem.

Deus
O estudioso Howard Marshall (http://en.wikipedia.org/wiki/I._Howard_Marshall), por sua vez, é da opinião que Deus é quem está adiando a manifestação do homem da iniqüidade.
Trilling argumenta que a força que detém é simplesmente a demora da “parousia” (Segunda Vinda de Cristo) que os leitores estavam experimentando e que, em última análise era devida ao próprio Deus.
Trilling diz que não há nenhuma diferença essencial entre as formas neutra e masculina da expressão, embora reconheça que é Deus quem fica por detrás da ação detentora.   Best é contra esta interpretação, pois acredita que esta é uma maneira muito estranha de referir-se à ação de Deus, que a teoria requer que "ser afastado" signifique "retirar-se e que entender “katechôn” (deter) no sentido de “atrasar” é anormal.
George Ladd também sugere que a força de restrição é o poder de Deus e é essa força que está atrasando a revelação do iníquo. Ele argumenta que a designação neutra do v.6 é “a energia” e no v. 7 é o próprio Deus. A frase no v. 7 "até que ele saia do meio" refere-se ao próprio iníquo, que ao
“sair do meio" acabará por revelar quem ele é. 
Na visão de Ladd os versículos de 2 Tessalonicenses ficaria assim:
“E agora vós sabeis o que o detém [o poder de Deus], a fim de que ele [o Anticristo] pode ser revelado em sua própria época. Pois o mistério da iniqüidade já opera; 7a só há Ele [Deus], que o deteria agora até que ele [o Anticristo] ser levado para fora do meio.”
Howard Marshall (1 and 2 Thessalonians)
W . Trilling (Thessalonicherbrief)
George Ladd  – A Theology of the New Testament
Ernest Best - First and Second Epistles to the Thessalonians, The (Black's New Testament Commentary)

O Evangelho
O. Cullmann (http://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_Cullmann) é de opinião que o fator que detém é a proclamação do evangelho (neutro) pelos missionários cristãos e em especial pelo próprio Paulo (masculino); quando Paulo estiver "fora do caminho," então viria o Fim.
Essa teoria sugere que Paulo cristianizou o princípio de que todo Israel deve arrepender-se antes que o Fim pudesse vir.
Uma objeção a essa teoria é que Paulo, conforme I Ts.4:13-18, contava com a possibilidade da sua própria sobrevivência até à “parousia”. É, também, muito duvidoso se Paulo, embora insista na sua posição de apóstolo aos gentios, via-se como fator essencial no plano de Salvação de Deus em prol da humanidade.

Falsos profetas
Giblin entende que o termo “katechôn” tem o sentido de "agarrar" e argumenta que falsos profetas estavam enganando os tessalonicenses; eram liderados por um indivíduo específico que, segundo Paulo acreditava, deveria ser expulso antes da manifestação do rebelde e a destruição deste pelo Senhor ocorrer.
Esta opinião deixa de explicar porque a remoção de falsos profetas numa só igreja local deveria ocupar uma posição tão crucial no desenvolvimento do plano de Deus.
Charles Homer Giblin  – An Exegetical and Theological Reexamination of 2 Thessalonians 2


Arcanjo Miguel
Há uma teoria que diz ser o Arcanjo Miguel que impede a aparição do iníquo.
Concluem que quem se encaixa melhor com o perfil de detentor da Besta é Miguel, o arcanjo guerreiro, junto com o exército de anjos liderados por ele. Esses anjos de guerra lutam frente a frente com os espíritos do mal resistindo ao aparecimento do Filho da Perdição naqueles abrangentes destacados Impérios até que no final do último sairá do caminho, deixando o inimigo ter total influência sobre os governos da terra, com mais ênfase através da pessoa do Anticristo.
Desta forma, antes do início dos sete anos de tribulação Miguel e o exercito do Senhor permitirão a manisfetação do Anticristo.
Os proponentes desta teoria citam Apocalipse 12:7 onde Miguel aparece e expulsa o Dragão e seus anjos do céu.
Versículos chaves:
"Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu vinte e um dias, e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu fiquei ali com os reis da Pérsia." ( Daniel 10:13)
"E NAQUELE tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro.." ( Daniel 12:1 )
"… E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos;  Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus…
E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.
E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso D'us, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante do nosso D'us os acusava de dia e de noite.
E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte.
Por isso alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Ai dos que habitam na terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo
…" (Apocalipse 12:7-12)

Cristo ou O Dia de Cristo
“No que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e nossa reunião com ele".
Esta teoria propõe que os versículos de II Tessalonicenses 2 não dizem respeito ao anticristo, mas a Cristo e ao Dia de Cristo.
Na verdade Paulo não estava preocupado com a vinda do iníquo, mas com a vinda do Senhor Jesus.
A confusão dos tessalonicenses não foi sobre a vinda do anticristo, mas sobre o boato de que Cristo já tinha chegado e eles estavam vivendo os dias de Cristo.
Assim, Paulo está explicando que a “parousia” do Messias ainda não havia ocorrido porque, na verdade, outros acontecimentos profetizados, devem ser satisfeitos em primeiro lugar.  
Então, o v.6 deve ser entendido dessa forma: "…e agora vocês sabem o que está segurando ele (Cristo) no seu lugar", ou ainda, " E agora vós sabeis o que O detém (o dia de Cristo)."
Em seguida, no versículo 6, Paulo reitera dizendo: "E agora vocês sabem o que está segurando …." Paulo disse que o “Dia de Cristo” não viria até que a apostasia ocorresse e o homem do pecado fosse revelado. Esses dois eventos é que estavam atrasando a parousia do Messias e o arrebatamento da igreja.
"O qual convém que o céu contenha [O detenha] até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio." (Atos 3:21).

Essa profecia já foi cumprida
Segundo a linha escatológica Preterista essa profecia foi cumprida por ocasião da destruição de Jerusalém em 70 dC.
O ano provável que a Carta aos Tessalonicenses foi escrita foi entre 50 e 52 dC, cerca de 20 anos antes da destruição de Jerusalém por Roma.
Segundo os Preteristas a Segunda Vinda de Jesus, não foi física, mas alegórica na forma de Juízo para aquela geração, conforme Cristo profetizou em Mateus 24. 
Os Preteristas sustentam que o termo usado como “Dia do Senhor” já havia sido usado quando Deus levou juízo à Jerusalém pela mão da Babilônia, quando o primeiro Templo foi destruído.  Dessa forma, quando Paulo disse que o “Dia do Senhor” estava se aproximando ele queria dizer que novamente Deus iria trazer juízo e desta vez pela mão de Roma e que o Templo (o segundo) seria novamente destruído.  Por isso Paulo disse que o Dia do Senhor não seria surpresa para os crentes.
Segundo os Preteristas o Homem da Iniqüidade foi Nero que também é a Besta do Apocalipse. Os próprios tessalonicenses sabiam o que estava restringindo o Homem da Iniqüidade; de fato, o Homem da Iniqüidade já estava vivo e esperando ser “revelado”. 
Isso implica que por enquanto os cristãos poderiam esperar certa proteção do governo Romano. As leis romanas com respeito à religião estavam naquele tempo a favor do Cristianismo, enquanto considerado uma seita do Judaísmo e antes de Nero subir ao trono

Apóstolo Paulo
Para alguns teólogos, o próprio apóstolo Paulo era “aquele que o detém”, enquanto a sua mensagem, o evangelho de Cristo destinado a judeus e gentios, era de fato o elemento neutro ou impessoal da expressão “aquilo que o detém”. A missão paulina de levar o evangelho também aos gentios foi cumprida, e com isso a força restritiva que impedia a manifestação do Anticristo foi cessada.

Espírito Santo
Esse é a teoria mais aceita entre os cristãos, pois entendem que Paulo está se referindo ao Espírito Santo, uma vez que Ele pode ser descrito tanto no gênero masculino quanto no neutro; Ele também é apontado como Aquele que restringia as forças do mal no AT. 
Essa visão é a mais popular e argumenta que Paulo identifica “quem” e “o que” está detendo alguém como sendo o Espírito Santo.
O Espírito Santo é aquele que convence o mundo do pecado e do juízo tanto no A.T. como no Novo Testamento.  Assim, Ele deve ser o que detém algo aqui em 2 Tessalonicenses 2.
Esta interpretação é particularmente aceita entre os Pré-Tribulacionistas, que acham que essa identificação no texto deve ser outra prova convincente "para um evento secreto” do arrebatamento antes da tribulação.
Alegam que o Espírito Santo está detendo o pecado em geral e o homem do pecado (o Anticristo) em particular. Assim, na opinião deles, quando o Espírito Santo for retirado da terra com a igreja para o céu no (arrebatamento Pré-Tribulação), a restrição do pecado terá desaparecido da face da terra e o homem do pecado se manifestará ao mundo.
Gerald Stanton sugere algumas razões para aquele que O está detendo deve ser o Espírito Santo:
  1. Por mera eliminação, o Espírito Santo deve ser o detentor. Qualquer outra hipótese deixa de preencher as exigências;
  2. O iníquo é uma pessoa, e suas operações abrangem o reino espiritual. O detentor deve, da mesma forma, ser uma pessoa e um ser espiritual para deter o Anticristo até a hora de sua revelação. Meros agentes ou forças espirituais impessoais seriam insatisfatórios;
  3. Para alcançar tudo o que deve ser realizado, o detentor deve ser um membro da Trindade. Deve ser mais forte que o iníquo e mais forte que Satanás, que energiza o iníquo. Para deter o mal no decorrer dos séculos, o detentor deve ser eterno. O campo de ação do pecado é o mundo inteiro: logo, é imperativo que o detentor seja alguém não limitado pelo tempo e espaço;
  4. Essa era é de certa forma a "dispensação do Espírito", pois Ele trabalha agora de maneira diferente de outros séculos como uma Presença residente nos filhos de Deus. A era da igreja começou com o advento do Espírito no Pentecostes e terminará com o inverso do Pentecostes, a retirada do Espírito. Isso não significa que Ele não estará operando — apenas que não será mais residente.
  5. O trabalho do Espírito desde Seu advento incluiu a detenção do mal (João 16.7-11), (l João 4.4.) Como será diferente na tribulação;
  6. apesar de o Espírito não ter residido na terra durante os dias do Antigo Testamento, assim mesmo exerceu influência detentora, ver Isaías 59.19.
Portanto, Stanton argumenta que aquele que O detém deve ser o Espírito Santo.
Alguns Pós-Tribulacionistas apóiam esta visão. Robert Gundry (http://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_H._Gundry) sugere três motivos:
1) A contenção do mal deve ser a missão do Espírito Santo porque alguns na igreja primitiva eram dessa opinião.
2) Ele deve ser o Espírito Santo porque, para impedir uma pessoa, outra pessoa é necessária.
3) Porque esta identificação se ajusta melhor ao problema gramatical do neutro mudando para o masculino no particípio.
Embora Gundry e outros pos-tribulacionistas concordam nesta parte com os Pré-Tribulacionistas sobre a identidade do limitador, eles discordam sobre a forma como se dará o lançamento de sua retenção.
Os Pós-Tribulacionistas argumentam que o Espírito Santo ainda habitará os crentes sobre a Terra, capacitando-os para o evangelismo durante este tempo de tribulação, e que Ele ainda vai regenerar os incrédulos que estiverem dispostos ao arrependimento. Mas eles acreditam que o Espírito permite a contenção do mal, para que Satanás trabalhe como lhe agrada.
Gerald Stanton – Kept From The Hour
Robert Gundry  – The Church and The Tribulation
–
Conclusão
Muitos estudiosos acreditam que a passagem de 2 Tessalonicenses 2:6-8 é uma das mais difíceis para o entendimento, daí as muitas interpretações.
O apóstolo Paulo foi vago quando se referiu "aquele que o detém" além de utilizar termos pessoais e impessoais.
Por isso existem muitas hipóteses para tentar explicar o que Paulo quis dizer. As divergências são muitas ao ponto de ir de um extremo a outro, há quem ache que o próprio Satanás está detendo o Anticristo.
Atualmente a teoria mais aceita é o Espírito Santo com agente restritivo.
O fato é que não é prudente afirmar com certeza qual é a teoria correta. 
–
Maranata!

Fontes
 
http://www.bibletruth.cc/Body_the_restrainer.htm
 
http://www.davarelohim.com.br/quem-e-que-detem-o-Anticristo-%E2%80%93-2-ts-2-67/
 
http://anisiorenato.com/teologia9.htm
 
http://www.intratext.com/IXT/ELL0010/
 
http://www.biblestudytools.com/lexicons/greek/kjv/ginomai.html
 
http://en.wiktionary.org/wiki/%CE%B3%CE%AF%CE%BD%CE%BF%CE%BC%CE%B1%CE%B9
 
http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/309/o-Anticristo-aparecera-com-o-desaparecimento-daquele-que-agora-o-detem
- See more at: http://geracaomaranata.com.br/category/estudos-biblicos/teorias-sobre-o-arrebatamento/#sthash.yUbxWeP0.dpuf

sábado, 12 de maio de 2012

ANJOS VIGILANTES E MULHERES DESVELADAS

Uma relação possível em 1 Coríntios 11:10?


"Portanto, a mulher deve ter sobre a cabeça sinal de poderio, por causa dos anjos."
1 Coríntios 11:10


O presente versículo tem no ensaio apresentado uma proposta plausível de melhor aproximação do contexto de época, que explicaria a epícope do autor das cartas Paulinas.
LINK AQUI - ANJOS VIGILANTES E MULHERES DESVELADAS

E AQUI

domingo, 29 de abril de 2012

SODOMA E GOMORRA

















“Então o SENHOR fez chover enxofre e fogo, do SENHOR desde os céus, sobre
Sodoma e Gomorra; e destruiu aquelas cidades e toda aquela campina, e todos os
moradores daquelas cidades, e o que nascia da terra.”
Gênesis 19:24-25

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Três tipos de Pessoas



Existem três tipos básicos de pessoas:




Aquelas que são feitas de vidro;
Aquelas que são feitas de metal;
Aquelas que são feitas de mola.


As de vidro suportam pouca pressão, racham e se tornam em cacos.


As de metal suportam maior pressão, contudo deformam e nunca mais voltam ao formato anterior.


Mas existem as que são feitas de mola; não importa a pressão que sofram, podem até deformar, mas logo que a pressão passa, voltam ao formato inicial como se nunca tivessem sido pressionadas!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O mapa de Piri Reis













Definição de Século XXI


Um dia desses, conversando com um amigo sobre o presente século, este me propôs o seguinte: "Como poderíamos definir em uma frase, o século em que vivemos"?
                De cara pareceu tentadora a viagem por tantas elucubrações que caracterizassem nossa era e nos levasse a um possível denominador comum. Contudo, ao colocar a "cachola" pra funcionar, ficou claro que a tal definição proposta nos consumiria muito mais tempo e esforço mental do que inicialmente pensáramos. Daí me veio como que por insight a seguinte: Nunca antes o mundo todo quis saber tanto, tudo sobre todo mundo.
E tenho dito!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011